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Relatórios Anuais

Relatório de Antissemitismo 2016

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Source: antisemitisme.be

Relatório de Antissemitismo 2016 na Bélgica

 

Entre primeiro de janeiro e 31 de dezembro de 2016, 64 incidentes antissemitas foram registrados na Bélgica em comparação com 70 eventos em 2015.

 

Estes dados confirmam a queda registrada no ano passado em comparação com o número de incidentes “pico” relatados em 2014 (109 casos).

 

Deve-se examinar a redução real no número de incidentes antissemitas em proporção. Note-se que:

 

1. Desde 2015, sites de comunidades (escolas, sinagogas, locais culturais …) e à sua volta, há aumento da vigilância da polícia e do exército, que, aparentemente, levou a dissuadir a alguns fatores a absterem-se de realizar especialmente, o ato de corrupção, violência física ou verbal

 

2. Deserção real, mas difícil de quantificar os estudantes judeus de escolas de educação formal a favor das escolas judaicas na sequência de incidentes nos últimos anos

 

3. A Maranização ‘[Nota do tradutor – para dizer Marranos – judeus espanhóis que foram obrigados a fingir que se converteram ao cristianismo], que optam por não “mostrar” seu judaísmo proeminente, ou mesmo escondê-lo completamente (como renomeando-se nas redes sociais, como ocultação de símbolos significativos como a estrela de David, uma kipá ou uma mezuzá que muitas vezes colocam no interior das portas da frente das casas, reduzindo a probabilidade de identificação como judeus.

 

4. Mais difícil ainda é avaliar os incidentes perpetrados especialmente contra a comunidade ortodoxa na Antuérpia. As vítimas não relutam em reclamar apesar do trabalho de defesa das organizações judaicas na Antuérpia e, apesar do trabalho da polícia.

 

É importante notar que os incidentes antissemitas ainda tendem a aumentar, como observado e medido desde a segunda Entifada (2001), ou em conexão com o conflito no Oriente Médio que pode iluminar ou “justificar” a hostilidade especial para com “os judeus/ os sionistas”.

 

Hoje, o discurso antissemita está bem solto para não ser realmente atribuído ao conflito israelense-palestino.

 

Quando se decodifica os incidentes antissemitas durante a última década, o anti-sionismo radical apareceu, de fato, como uma estrada real para implantar e/ou reciclar muitas das velhas mostras nsa culturas cristã e muçulmana.